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Os Cavaleiros do Zodíaco
Fanfic por Suryiachan A Amazona Nos anos em que rapazes e moças lutavam sem armas
acreditando em Saory Kido (que foi salva da morte por Aioros e adotada
como neta pelo sábio Mitsumassa Kido) como sendo a reencarnação da
Deusa Athena, deusa das batalhas, da sabedoria e justiça. Depois de
enfrentarem terríveis inimigos e vencer dificilmente todas as lutas,
continua sempre unida uma legião de “Cavaleiros” (como os rapazes
guerreiros eram chamados) que sempre estão em prontidão para garantir a
segurança de Athena e a paz do mundo. São eles, os Cavaleiros de bronze:
SEIYA
– Que veste a armadura de “Pégasu”, conseguiu sua armadura sagrada
em mérito por ter ganhado à luta contra o gigante Cássius no santuário
da Grécia, onde fez seu treinamento.
Seus golpes mais utilizados são: o Meteoro
de Pégasu e Cometa de Pégasu SHIRYU
- Que trouxe sua armadura de
“Dragão”da China depois de inverter o curso das águas da cachoeira
de Rosan.
Seus golpes mais utilizados são: o Cólera
do Dragão e Dragão Nascente SHUN - Irmão
mais novo de Ikki, Conquistou sua armadura de “Andrômeda” após ter
desafiado e superado o sacrifício (se libertar das correntes que o
prendiam durante a maré alta)
Seu ataque mais utilizado é com sua Corrente
de Andrômeda embora seu poder de defesa seja mais eficiente: conta
também com o Tempestade Nebulosa. IKKI
- Irmão mais velho de Shun, depois de um terrível treinamento na ilha da
Rainha da Morte se viu obrigado a matar seu mestre, tornando-se assim o líder
da ilha com sua armadura de “Fênix”
Seus principais ataques são: o Golpe
Fantasma de Fênix e o Ave Fênix. HYOGA -
Conseguiu sua armadura de “Cisne” quebrando a milenar parede de gelo
da eternidade na Sibéria.
Seus ataques mais poderosos são o Pó
de Diamante e Ataque Trovão Aurora.
*********
Voltaremos ao passado, no episodio em que Hyoga
perdeu sua mãe, para esclarecermos o aparecimento de uma nova personagem:
HYLLIANA.
O que
ninguém sabe é que Hylliana é a irmã de Hyoga. No dia
que o navio em que Hyoga e sua mãe se encontravam naufragou,
Hylliana permaneceu na aldeia sobe os cuidados de uma das mulheres de lá.
Com o falecimento da mãe os dois irmãos órfãos se separam,
Hyoga fora levado para a fundação Kido e não mais retornou a aldeia,
mas tarde recebeu a noticia que a aldeia havia sido destruída e que
provavelmente sua irmã estaria morta.
Mas Hylliana fora poupada e levada para o santuário na Grécia
achando que Hyoga havia naufragado junto com sua mãe.
Hyoga partiu então para a Sibéria e a lembrança de sua irmã foi
ficando cada vez mais esquecida.
Hylliana no santuário grego pensava que seu irmão permanecia
sepultado no gélido mar da Sibéria. Em
seu treinamento Hylliana demonstrava um grande poder, derrotava quase
todas as outras “amazonas” sozinha.
Um dia as aspirantes a amazona resolveram se vingar dela e a
perseguiram por quase todo o santuário. Hylliana não queria lutar sem a
permissão dos mestres e foi o menino Seiya que a ajudou a
se esconder. - Meu nome é Hylliana, obrigada! Mas como você se cham -
Seiya. Droga, elas estão voltando!! -
O que vamos fazer agora, Seiya? - Eu
conheço alguém que pode ajuda-la, vem comigo! Seiya levou-a até uma das casas do refugio onde se
encontrava Aiolia, Cavaleiro de
Leão e contou-lhe toda a história.
Aiolia foi à presença do mestre Arlys e foi incumbido de cuidar
da menina e treina-la. Ele não tinha muita experiência com crianças e
muitas vezes pegou-se em situações delicadas como por exemplo dar banho
ou coloca-la para dormir.
Aiolia havia se tornado mais que um mestre. Ele a tratava como se
fosse um irmão mais velho.
Aiolia supria a falta que Hyoga causava em Hylliana.
Logo o poder de Hylliana foi se aprimorando com a ajuda de Aiolia e
se tornando cada vez mais forte.
Um dia ela entra chorando e desabafa com seu mentor: - Aiolia, eu entrei na residência do mestre e eu ouvi ele dizendo assim: “preciso de Hylliana, a menina que é dona daquela poderosa energia - Isso é bom, ele percebeu o seu valor – Respondeu o cavaleiro. - Não, Aiolia, você não entende! Ele disse que é preciso me controlar, Talvez me transformar numa amazona de ouro. Controlar!! Não, eu não quero! - Diga que não quer então, o mestre é bom e considerará. -
Não, eu não posso! - Mas por que não, Hylliana? - Ele disse que me matará! -
Mas que droga!! Eu não entendo. Algo muito estranho está
acontecendo! – Exclamou Aiolia – De qualquer jeito você não pode
ficar aqui, é preciso fugir.
E Hylliana retrucou assustada com a situação: - Mas por que?? E pra onde? - Pequena menina, você não tem o cosmo de uma amazona comum, eu já desconfiava e agora tive certeza: seu cosmo é muito superior. Ele é equivalente ao das grandes “tianesas”. As titanesas eram divindades que representavam as forças da natureza e algumas vezes as virtudes.O seu Cosmo é o de uma semideusa, de uma titanesa, por isso você deve procurar o vale das moiras ( destinos) e elevar lá o seu poder. - Explicou ternamente. - Mas eu não quero te deixar, mestre! - Só que é preciso de, não sou eu que vou ensina-la a desenvolver sua capacidade e sim a própria natureza. - Eu sei... - Lá você deve procurar Irene, a guardiã do vale, e só depois que você estiver pronta encontrará a armadura Titânica Têmis. Têmis era a Titanesa que simbolizava a lei, a justiça, o equilíbrio eterno e a constância do mundo. E aí sim você será uma verdadeira mulher cavaleiro.- O cavaleiro continuou explicando, fazendo com que ela compreendesse. - Mas Ayolia, como vou sair do santuário? Não sei como fazê-lo. - Eu sei quem sabe, vá chamar o Seiya. Tudo estava combinado e pronto para a fuga de Hylliana. Seiya chamará toda a atenção do santuário, fazendo com que todos o perseguissem e assim dando tempo para Hylliana, que se despediu de Ayolia. Antes de partir recebeu de seu querido tutor um talismã. E se foi. Quando a perseguição a Seiya acabou,. Ele dissera que havia causado aquilo propositalmente e que era parte do treinamento dado por sua mestra para testar sua agilidade. Quando a fuga da menina foi descoberta já era tarde, Hylliana já estava longe. Enquanto ela fugia talvez de um destino ainda mais trágico, em outros lugares do mundo rapazes também treinavam, inclusive Hyoga. Hylliana andou muito até encontrar o lugar indicado por Ayolia. Lá chegando se deparou logo o com uma menininha o que mais parecia uma duende, que ele comunicou ser a minha guardiã do vale.Hylliana Explicou lhe sua missão e começou um árduo treinamento. Ela treinava basicamente com a natureza, em meio às árvores, lagos e animais. E lá se sentia livre, esquecendo a civilização. Enquanto isso os outros cavaleiros que já haviam concluído seus treinamentos lutavam em defesa de Athena. Hylliana sentia interiormente que já havia aprendido todo o necessário e estava pronta para possuir a armadura titânica, recorreu então à Irene. - Irene, acho que chegou a hora. Você sabe onde está a armadura titânica, não sabe? - Ah, Há!! Eu não sei! - Respondeu doendezinha com ar travesso. - É claro que você sabe! Você sempre sabe tudo! - Afirmou com ênfase Hylliana. - Tá bom, eu sei, mas não posso contar onde está. - Mas por que, Irene? Você acha que eu não estou preparada? - Disse Hylliana. - Você me ajudou todos esses anos, sabe o que eu passei. - Sim eu confio no seu preparo, eu sei de tudo isso, mas você também deve saber que mais importante que a força é a sabedoria, por que a sabedoria é a verdadeira força. - Se adiantou Irene. - E é preciso para possuir armadura que você responda a grande desafio de Hércules. E eu não sei se você está preparada para a isso. E Hylliana balbuciou: - Que grande desafio é esse? Faça o logo, eu estou disposta a tudo pela armadura! - Está bem, então me responda: “Quantos anos tem a eternidade?”- Perguntou a ninfa com o seu sorriso traquina. Hylliana pensou e pensou muito, e quando achou que já sabia a resposta arriscou: - A eternidade tem sempre um ano a mais do que todos aqueles que nós podemos imaginar. - Mas como, Hylliana? Como você sabia isso?- Irene olhou-a espantada. - Ora pequenina, eu sei de muitas coisas, assim como eu também sei que o amor e a amizade também são eternos. E assim Hylliana conquistou o direito de usar a armadura Titânica de Têmis. Irene contou-lhe contestada tão poderosa armadura e advertiu-lhe que só poderia ser usada quando extremamente necessária. A jovem vai então até o rio para pensar em tudo que tivera acontecido todos aqueles anos e se depara com uma jovem retirando a pura água da nascente. Era Minu, a garota que cuidava do orfanato, grande amiga de Seiya de e aliada dos cavaleiros de bronze. Minu contou-lhe que os cavaleiros haviam passado por inúmeras batalhas e também que todas se reuniam agora na mansão dos Kido. Hylliana procura saber com um olhar de iniqüidade: - Para que veio ao vale? Com descobriu o caminho? - Sim, . Poucos conhecem este lugar, quem me falou dele foi o feiticeiro Mú, isso porque uma de minhas crianças está muito doente e ele disse que talvez essa água possa curá-la. - Explicou. - Sim eu já ouvi falar dele e entendo perfeitamente. Então seja bem-vinda. - Obrigada, mas eu já vou. E Minu partiu. Hylliana ficou pensando e decidiu voltar para junto dos outros cavaleiros para cumprir seu dever de proteger Atena. Ela deixou o vale e andou muito, estava exausta por causa do sol e com fome, achava que não encontraria tal lugar. Estava fraca e alguns passos de completar seu objetivo, foi ao chão num desmaio. Seiya passava pelo local e acolheu a jovem desfalecida, levando-a para o interior da mansão. Todos os cinco cavaleiros foram convocados juntamente com Saory para ficarem a par dos acontecimentos. - Quem é ela? - Pergunta Saory. -Eu não sei, quando a encontrei estava desmaiada. Não parece uma amazona, mas estava com isso. - Isso..., isso parece ser uma caixa de armadura, mas é diferente de todas as que eu já vira. Por que? - Comenta Shiryú desconfiado. Saory tenta explicar, mas é logo interrompida pela própria Hylliana que desperta. - Sim, ela é uma... - Eu sou uma amazona Titanesa e vim para ajudar meus companheiros cavaleiros a zelar por nossa deusa. Depois de ser explicada toda história eles novamente se reuniram, desta vez para conversarem. Hylliana então se dirigia seu socorrista: - Desculpe, mas eu ainda não tive tempo de te agradecer. Como você se chama? - Seiya. - Seiya? Espera aí, onde você fez seu treinamento? - No santuário grego. - Respondeu o cavaleiro sem entender o motivo da pergunta. - Seiya! Você não se lembra de mim? Grécia, Ayolia, e uma fuga, isso não te lembra nada? - Hylliana? Você? É claro! - Espantou se ele. - Isso mesmo, então nos reencontramos. Saory interrompeu perguntando: - Vocês já se conhecem? Como? - Sim, nos conhecemos, mas é uma longa história... Depois de conhecer a todos, Ikki e Shun se apresentaram irmão e Shiryú rivais uma pequena referência a sua irmã Shunrey. Hylliana conta então que também tivera um irmão e que provavelmente estaria morto. Disse que muitas vezes defendia seu irmão de outros garotos, até que um dia seu irmão deu conta sozinho dos garotos sem precisar de sua ajuda e que ela se sentiu muito orgulhosa pela irmão que tinha, mas isso já é fazia tanto tempo que ela nem mesmo lembrava do rosto do nome dele. Neste instante em uma revelação Hyoga de surpreende a todos: - Hylliana, aquele menino era eu. - Mas como você, Hyoga? - Eu também tinha uma irmã e pensava que ela estava morta, mas pelo que me parece essa irmã é você. Hyoga revela-se como irmão Hylliana e a felicidade toma conta do grupo. Hylliana percebeu que durante toda a reunião Shun não parava de olhar para ela um só minuto, e aproveitou a boa vontade de Seiya que ficou responsável por tudo ele mostrar para perguntar: - Com é mesmo com o nome daquele rapaz de blusa verde? -
Shun, por que? - Não, nada. - Ah! Não liga para ele, que ele não é normal. A jovem sorriu e o cavaleiro disse que só estava brincando. Os olhares entre Shun e Hylliana continuaram por ao alguns dias, até que num desses dias eles se encontraram e ficaram em frente a frente numa das salas da mansão. - Boa-noite, Hylliana. Ela sorriu e respondeu: - Boa-noite! Sem pensar, Shun a coloca de encontro a uma mesa de canto e tenta beijá-la, eis que de repente entra se e diz: - Shun, não fique perturbando nossa hóspede, por favor! - Não, amigo Seiya, ele não está me perturbando, nós estávamos apenas conversando. -Retrucou moça novamente sorrindo. Seiya sai da sala e eles novamente se olham no fundo dos olhos. Shun finalmente a beija que a coloca outra vez de encontro à mesa. Hylliana não sabia bem ao certo o que estava fazendo, nem o que aconteceria, Mas estava gostando daquela sensação. Tentou resistir, mas que havia cedido os desejos do cavaleiro. Não sentiu vergonha de deixar seu vestido cair pelo chão e pela primeira vez Hylliana descobriu o amor. Mas ela estava muito confusa e quando Shun a soltou percebendo que algo está errado ela se afastou. A jovem era ingênua e não compreendia o que está no sentido dentro do seu coração. - O que foi? - Pergunta o cavaleiro preocupando. - O que foi aquilo que aconteceu? Eu não entendo! - Você não sabe o que aconteceu? - Não, o que eu sei é que até hoje eu fui criada para lutar e agora eu... A guerreira foi interrompida por Shun que tentou explicar o que havia acontecido entre eles e aí sim ela teve vergonha, mas se sentiu melhor quando o cavaleiro lhe disse: - Isso que aconteceu para que parte de uma coisa chamada amor, você sabe, não é? - Amor? Sim, eu sei. - Hylliana sorriu. - Mas e agora, Shun? - Devemos contar ao outros. - Tranquilizou - a . - A gente diz para todo mundo que estamos juntos e vai ficar tudo bem. Hyoga ficou sabendo do que tinha acontecido e foi tomar satisfação: - Shun, como \n'; document.write(barra); } } changePage(); - Ora, Hyoga. Ela cresceu e eu estou assumindo o que fiz. - Isso não adianta... - Fique calmo, irmão. - Interrompeu Hylliana. Está tudo bem. Hyoga contesta imediatamente: - Está coisa nenhuma, eu não quero mais ver vocês juntos. Mas Hylliana se recusa a aceitar a decisão do irmão. - Você não pode fazer isso, Hyoga. Você é meu irmão, mas está agindo como um pai intransigente e chato! O irmão enfurecido estapeia a face de Hylliana. Shun tenta fazer algo, mas é detido para não complicar a situação. O dia passou. *********** - Shun, onde está a nossa titanesa? - Pergunta Saory. - Está dormindo, ela estava muito nervosa. Demos um comprimido para ela sem que soubesse. Acho só vai acordar bem tarde. - É uma pena, hoje vai haver uma reunião com líderes de várias nações, talvez eu não volte hoje e por isso gostaria da companhia de vocês.- Explicou Saory - Desculpe dizer isso mas... não podemos deixar Hylliana sozinha. - Preocupou - se Shun . Hyoga adentra a sala neste momento. - Eu ficarei resguardando o sono de mim irmã até aquela acorde. - E você, Ikki? Nos acompanha? - Perguntou Saory. - Não, você sabe que eu não gosto de reuniões públicas. Shun sentia alguma coisa de estranho, mas não fez qualquer objeção. A deusa e os demais cavaleiros partiram. Já era tarde quando Hylliana despertou e primeira pessoa que vê é de seu irmão sentado na cama, a seu lado. Ela pergunta assustada: - Hyoga? O que você está fazendo aqui? O que quer? Hyoga desliza a mão pela coxa da moça e responde: - Você sabe que eu quero! - Para com o isso, Hyoga! Você é meu irmão! - Eu sei, mas isso não importa.- Hyoga segura Furioso o braço de Hylliana. O que chamou a atenção guerreira é que a sombra do cavaleiro não parecia à mesma e ela não podia e não queria usar seu poder contra o irmão, a solução seria escapar e precisava fazer isso rápido. Hyoga a beija e ela o morde. Num minuto de distração dele a moça vai até a porta, mas está trancada. Então ela corre para a janela e pula, porém se surpreende ao tocar o chão quando é detida por Ikki que a leva direto para as mãos de Hyoga. Hylliana tenta dialogar sem sucesso: - Por favor, parem com isso, Hyoga. Eu não tenho intenção de lutar contra você.- Sem adiantar ela grita desesperadamente.- Hyoga, me larga, me deixe em paz! Hylliana chorava e gritava desesperada, mas ninguém podia ajudar- la, ninguém podia ouvi - la. Hyoga puxou - a pelo braço e advertiu: - Se tentar fazer isso novamente, se tentar fugir; será bem pior e bem mais doloso para você. Hyoga deitou a despida sobre a cama e deixou que o peso do seu corpo caísse sobre o dela. Hylliana continuou gritando, recusando, tentando se desvencilhar, implorando para que ele parasse. E entre gritos e tapas Hyoga a violou, e o fez de forma extremamente brutal. Após ter feito tudo o que pretendia, o cavaleiro se levantou e deixou a jogada num canto sofrendo a dor de saber que toda aquela violência fora desferida pelo seu próprio irmão e o que ela sentiu muito mais que a dor do corpo dilacerado era a dor do seu coração. No dia seguinte, quando todos os cavaleiros estavam novamente reunidos os dois não puderam se encarar. Então Shun pergunta a jovem distraída: - Hylliana, o que esse hematoma em seu rosto? - Não é nada.- Ela respondeu. -Tem certeza que algo aconteceu, pois parece até que você andou lutando com alguém.- Comentou ele muito desconfiado. Hylliana relutou em contar a verdade. Estava por demais envergonhada. Dissera inúmeras vezes que não queria falar sobre o assunto, mas depois de tanta insistência por parte do cavaleiro acabou cedendo e contando tudo o que acontecera na noite anterior, porém a reação do cavaleiro foi exatamente ao contrário do que a jovem esperava. Shun estava com uma expressão muito assustada e balançou a cabeça como se não compreende- se, seguindo para o jardim e sendo seguido por Hylliana. - Hyoga! Ele então!! - Sim, Shun. - Ele mesmo. - Confirmou a amazona. Shun, ergueu-se em revolta: - Isso não faz o menor sentido. Por que você não usou seu poder? Por que?! - Não é tão fácil assim, era meu irmão, se fosse outro homem talvez eu até o matasse, mas meu irmão não. - Disse ela tentando argumentar de alguma forma. - Quando seu irmão Ikki tentou te matar você fez algo contra ele? Não, não fez! - Ainda assim não faz sentido! você poderia ter pedido sem ter que mata - lo. Você é muito forte. Como ele conseguiu? Você deve ter facilitado as coisas. - Você está dizendo que eu sou culpada pelo que aconteceu? Você não entendeu nada do que eu disse! Eu fui forçada, obrigada a fazer algo que não queria e você ainda insinua que eu provoquei isso!!! - Hylliana ficou indignada. - E tem mais, seu irmão compactuou com tudo. Ele sabia de tudo que estava acontecendo e não fez nada para me ajudar muito pelo contrário... - Ikki? Ikki não faria isso. Desculpe, e mais isso não posso tolerar. - Lamentou se Shun. - Você é quem sabe, eu só tenho mais uma coisa dizer assim como o Deus Eros disse uma vez: “Sem confiança não existe amor e sem amor não existe confiança!” - E a moça deixou o cavaleiro sozinho. Ambos pensaram que aquela história havia terminado ali, mas Shiryú havia escutado toda a discussão. Após seguir Hylliana o cavaleiro de dragão observa que ela entra no estábulo da fundação e resolve ir até lá. - Hylliana, você está aí? - Sim. Estou, Shiryú. - O que veio fazer neste lugar? - Perguntou o cavaleiro. - Vim conversar com os cavalos.- Respondeu a jovem bem séria. - Você gosta de cavalos? - Gosto muito. - Hylliana ainda respondia mas não consegui encará-lo. Shiryú então levantou lhe o rosto e disse: - Não acredito que você tenha vindo aqui só por causa dos cavalos. Estou certo? - Talvez, Shiryú. - Esse seus olhos vermelhos já de denunciaram. - Brincou o cavaleiro. - E eu ouvi a discussão. - Então você já sabe.- Confirmou ela. - Ei! Não fique assim. Tudo vai dar certo. Os dois começaram a conversar e Hylliana conseguira um novo amigo que podia compreendê-la. Alguém que a ajudara enquanto quase todos lhe deram as costas. ********** A noite era calma, Hylliana sentir-se melhor depois da conversa que tivera com Shiryú. Por isso foi até as ruínas de um pequenino templo construído por Mitsumassa Kido a anos da fundação, para pensar e admirar a bela noite. Ela deitou sobre uma das colunas e observava os inúmeros pontos que brilhavam no céu, gostava de fazer aquilo, era há algo que fazia sentir que toda sua vida não era nada diante de toda aquela imensidão. Ficou lá por mais alguns instantes até que Shiryú se aproximou sem nada dizer, seus olhos falavam por eles. - Olá, Shiryú. O céu está muito claro, faz tempo que não vejo estrelas tão bonitas. o Cavaleiro abraçou a moça calorosamente e ela não teve chance de terminar de falar. -
Espere Shiry... hun... E os dois se amaram e contemplaram juntos as estrelas de uma noite tão perfeita. Shiryú aproveitou se do momento de fraqueza de Hylliana para seduzi-la. Não havia sido uma atitude muito nobre de sua parte, mas isso não importava, tudo que ele queria naquele instante era estar com ela. Shiryú acariciou-a por todo o corpo delicadamente, fazendo com o que ela se sentisse bem. Quando Hylliana deu por si já estava completamente envolvida, sentia-se completamente protegida enquanto estivesse nos fortes braços de Shiryú. Com a moça ainda envolta em seus braços o cavaleiro perguntou: - Você sofreu muito nas mãos do Hyoga, não foi? - Sim...Shiryú. - Deve ter sido terrível para você. - Comenta o cavaleiro. - Foi terrível mesmo. - Confirma ela. - Não se preocupe, pois agora em diante eu não permitirei que nada de mal te aconteça!!! - Shiryú tranqüilizou - a. Hylliana adormeceu junto de Shiryú. Oculto na escuridão Hyoga observava a tudo tramando algo. ******** Dias passaram, Hylliana começava a perceber que sentira com Shiryú o mesmo que sentira com Shun naquela primeira noite. Shiryú era tão bom com ela que a jovem almejava estar sempre com ele. Estava começando a se apaixonar, apesar de não conseguir esquecer o Cavaleiro de Andrômeda . Enquanto Hylliana procurava conhecer melhor seus sentimentos, hyoga conspirava junto a Ikki uma vingança . Fênix pergunta a cisne em um tom irônico: - O que foi que você viu nesses últimos Dias que te deixou com tanta raiva? - Minha irmã é burra como uma porta. Ela agora está dormindo com o Shiryú. Caiu como uma tonta nos braços daquele maldito Dragão.- Explicou Hyoga. - Você ficou louco, Hyoga. Vocês eram tão amigos. – Indignou-se Ikki – Eu não entendo como você pode desejar a sua irmã!! - Isso é problema meu! Você não quer que eu faça mal ao seu irmãozinho, certo? Então você vai me ajudar novamente. - O que você pretende agora? Primeiro você a separou de Shun quando a violentou e agora o que vai fazer? Pretende violenta –la novamente para separa- la de Shiryú? – Ironizou Ikki. - Não, meu caro. Até que essa não é uma má idéia, mas desta vez vou acabar com Shiryú. - Você realmente agora enlouqueceu de vez! Eu nem sei porque ainda dou atenção pra suas idéias. - Mas eu sei! Lembra do segredo? - Ta eu já entendi!! Ikki mesmo revoltado não teve outra alternativa a não ser concordar. Shiryú recebe um bilhete dizendo que Hylliana o esperava nas montanhas, mas na verdade Hyoga e Ikki o esperavam, o bilhete fora forjado para atrai-lo para uma emboscada. O cavaleiro sai com tamanha que esquece o bilhete sobre sua cama. Quando Shiryú chega ao local só avista Ikki, sem entender o Cavaleiro é atingido pelas costas por Hyoga e os outros cavaleiros espancam o cavaleiro de Dragão até deixa- lo desacordado. Em quanto isso Hylliana acha o bilhete, percebe que Shiryú está correndo perigo e vai até as montanhas para impedir a covarde luta, mas só chega a tempo de ver os dois homens partindo e deixando Shiryú estendido no chão. Hylliana indaga ansiosa - Shiryú, você está bem? - Estou sim. – Respondeu o cavaleiro recobrando a consciência. - OHH, meu Deus!! Você está sangrando, deixe cuidar de você. - Obrigado pela preocupação, mas os ferimentos foram superficiais e eu não vou morrer por causa disso... você me lembrou minha irmã Shunrey. - Sim...irmã...Shunrey... – A moça decepcionou-se. Shiryú pegou em sua mão e Hylliana sorriu novamente. Hyoga e Ikki não haviam fugido apenas se escondido e a tudo observavam. Shiryú deitou-a sobre o solo e pressionou seu corpo quente contra o de Hylliana na terra fértil e ali mesmo naquele lugar ela foi novamente de Shiryú. Hyoga revoltou-se: - Que droga, esse cara tem muita sorte!! Se ela não tivesse chegado eu teria acabado com ele e... me ajude a fazer algo Ikki!! - Quer saber de uma coisa! Se você quer destruir a vida da sua irmã o problema é seu e eu não concorda nem um pouco com isso. Já estou cansado de suas idéias, ou você acha que eu serei seu comparsa neste jogo sujo pra sempre?!?!?!?- Ikki fica furioso disparando um “Ave Fênix” em Hyoga e depois levando o de volta para a fundação. ******** Já na fundação os jovens cavaleiros se desentendem. - Ora, o que é isso?! Não podem ficar discutindo assim desse jeito. Vocês todos tem a mesma missão, precisam proteger Athena e devem parar com essas brigas. – Argumenta Hylliana. Todos percebem que fora um erro todas aquelas brigas e lutas, Hylliana decide ir embora para que os desentendimentos não mais aconteçam. - Hylliana, você não pode ir embora – insistiu Shuryú. - Mas eu preciso – Ela respondeu. - Você volta, não volta?- Continuou Shiryú. - Eu não sei... – Balbuciou Hylliana. - Se você for eu irei esperar todos os dias da minha vida até que você volte.- Desabafou o cavaleiro de Dragão. Hylliana decidiu partir noite, pois não agüentaria ter que dizer adeus para Shiryú. Chovia forte e mesmo assim ela fora ao porto. A chuva molhava o vestido de Hylliana mas ela não se importava a única coisa que queria era estar longe dali, era algo que fizesse parar todo o sofrimento que sentia naquele momento. Seiya estava na janela e avistou a moça em meio à chuva e a escuridão. - Hylliana? O que você está fazendo aí? – Gritou Seiya. - Pretendo pegar um navio pra bem longe daqui. – Respondeu ela. - Mas pra onde? – Quis saber o cavaleiro. - Talvez onde fiz meu treinamento... sei lá... – Sugeriu a titanesa. - Venha até aqui pois com essa chuva e a esta hora da noite não vai conseguir nenhum navio – Explicou Seiya. A jovem vai até a casa de Seiya. - O que houve pra você querer ir embora dessa forma? – Indaga Seiya curioso. - Aconteceu muita coisa – Respondeu ela. - E como eu não fiquei sabendo de nada? Perguntou o cavaleiro surpreso. Hylliana então esclareceu: - Ora, Seiya. Há três dias que você não aparece na fundação. A amazona contou todo o acontecido e Seiya lamentou não estar presente para ajudar a amiga. - O que você tava falando na janela? Esperava alguém? - Estava esperando a Saory. - Saory? Então é por isso que há três dias que ela também não aparece na fundação. - Mas eu acho que ela não vem mais, está chovendo muito. – Disse Seiya. - Bom eu acho que existe uma coisa chamada guarda chuva, certo Seiya? – Brincou Hylliana. Os dois riram, mas Seiya já estava convencido de que Saory não mais viria. - Acho melhor você trocar esse vestido molhado – Sugeriu o rapaz – Você pode ficar doente. Bem, nós nos conhecemos há tempos e você não vai se incomodar em usar uma de minhas roupas, não é mesmo? - Está bem- Concordou ela. Seiya trouxera a roupa e nem teve tempo de dizer: - Você pode se trocar no banhei... Hylliana estava acostumada a viver livre no vale. Por isso trocara de roupa na presença de Seiya, como se tudo fosse muito natural ainda mais que já fizera isso tantas vezes quando eram crianças. Seiya ficou atordoado e um pouco envergonhado com a visão do corpo de Hylliana. - É...bem...você não quer ficar e dormir aqui? Então de manhã você vai. Eu não posso deixar você partir com essa tempestade. - Tá certo. – Concordou ela. - Você pode dormir na minha cama, eu me viro no chão. – Ofereceu gentilmente o Cavaleiro. - Não precisa! - Eu insisto!! Quando foram dormir Hylliana percebeu que uma goteira molhava bem no lugar onde Seiya permanecia deitado. - Seiya, você não pode ficar aí, se não é você quem acaba ficando doente. – Reprovou a moça. - Não, não tem problema. - É claro que tem, sua cama é bem grande, deixe de besteira e durma nela também – Sugeriu Hylliana. - Tem certeza? – Perguntou o jovem. - Mas é claro que não, sai logo daí! A energia elétrica havia acabado e a única coisa que iluminava o quarto escuro eram os relâmpagos. Seiya antes de deitar- se diz a Hylliana: - Eu não gosto muito disso... - Disso o que? – Perguntou ela. - De raios e trovões.. os dois riem e se deitam em seguida. - Fique tranqüila, nós dormiremos como irmãos. - Irmãos?!? Seria mais seguro dormirmos com inimigos – Sussurra A jovem. - O que você disse? - Nada, eu não disse nada. Seiya acariciou-lhe os cabelos e ela perguntou: - No que você está pensando, Seiya? - Estava me lembrando de quando dormíamos juntos sobre as sombras das árvores no refúgio. - Eu também me lembro, éramos tão pequenos – Recordou Hylliana sorrindo e continuou – Você lembra quando nós atrasávamos todos os relógios d o santuário só pra termos algum tempo pra brincar? - Sim, eu lembro, todos ficavam furiosos e agente apanhou bastante, mas mesmo assim era engraçado e eu gostava de ficar com você. Naquela época você era muito minha amiga, bem..ainda é, e podia fazer tudo que eu fazia naquele tempo eu não te via com uma menina. – Contou Seiya. - E agora, Seiya? Como você me vê? – Quis saber Hylliana. - Como mulher, e uma mulher muito bonita. A jovem corou, mas não sabia se era de vergonha, raiva ou pura vaidade. Seiya então tomou-a em seus braços e a beijou. Deixou-a seminua por insegurança e ela pediu que continuasse e se entregou a ele. Os corpos estavam suados apesar de brisa úmida de chuva que vinha janela tornando o quarto frio. De repente Saory entra e interrompe o momento dos amantes. - Seiya!! Seu...seu cretino!!!! - Acalme –se, Saory. - Seiya tenta dialogar em vão: A Deusa chocada e furiosa estapeia a face do cavaleiro, batendo a porta em seguida. Hylliana pediu para que Seiya fosse atrás de Athena e corresse atrás de sua felicidade. Poucas horas depois e a amazona partira de volta para o Vale das Moiras. ******** Hylliana chega ao vale e fica contente por rever Irene. Tempos depois A titanesa começa a se sentir mal e pede ajuda a ninfa que tudo sabe e ela diz: - Hylliana você está grávida! - Grávida? Eu? – Espantou-se ela. - Sim você vai ter um filho. – Conformou a ninfa. - Essa não! – Decepicionou-se a amazona. - Fique calma que eu vou te ajudar em tudo – Irene tranqüilizou- a. Passando algum tempo nasce o filho de Hylliana a quem ela deu o nome de Éter ( o fogo mais puro e sagrado). Ela o banhou nas águas mágicas do rio e cuidou dele com se fosse um pequeno Zeus. - Você não acha que está na hora de voltar para o ocidente? O pai de criança tem direito a saber de sua existência. – Irene aconselhou - Esse é o problema. Eu não posso voltar. - E porque não?- Perguntou a Duende - Porque eu não sei quem é o pai – Responde ela. - Como não sabe? Hylliana explicou- lhe a história e Irene procurou conforta-la - Pobre garota... - Não, Irene. Não sofra por mim, eu também passei momentos maravilhosos lá – Hylliana continuou – Mas talvez você esteja certa. É hora de voltar e você vira comigo. Chegando na fundação todos ficaram satisfeitos com a volta de Hylliana, mas percebia-se claramente que Shiryú era o mais feliz de todos. Ele perguntou: - É maravilhoso ter você aqui. Mas o que te fez voltar? Hylliana mostrou o menino que estava agora com um ano de idade. - Quem é ele? – Continuou perguntando. - É meu filho, Shiryú. – Ela respondeu. - Seu filho? Eu não sabia que você tinha... –
Se espantou o dragão. – Mas quem é o pai? - Eu...não sei \n'; document.write(barra); } } changePage(); - Se ele tem um ano é porque foi gerado quando você ainda estava entre nós. Isso significa que o pai da criança pode ser qualquer um de nós três. – Disse Shiryú olhando para Shun e Hyoga. - De nós quatro. – Interrompeu Seiya. - Você, Seiya? – Shiryú não entendeu. - É uma longa historia – Respondeu o cavaleiro de pégasus. Shun, Shiryú e Seiya foram brincar com o filho de Hylliana e Hyoga permaneceu afastado. A ninfa se dirigiu a Hyoga: - Não quer segurar o menino um pouco, Cavaleiro? - Não, Não sei ter certeza que esse filho é meu! – Responde Hyoga friamente. - Como você pode ser tão insensível e egoísta. Nenhum de nós tem certeza de nada – Indignou-se Shun que estava com o menino no colo. A ninfa desta vez se dirigiu a Shiryú: - E você, Cavaleiro de Dragão ? Gostaria de segura-lo? - É claro. Para mim não tem a menor importância quem seja pai, ele sempre vai ser meu filho mesmo que eu nunca saiba a verdade. – Disse Shiryú expondo sua dignidade e abraçado o menino. Saory havia mandado chamar Hylliana par uma conversa . A amazona entra na sala e pergunta: - Mandou me chamar, Saory? - Sim, venha até aqui tenho duas coisas a lhe dizer – Respondeu a deusa. - O que é? - Primeiro queria lhe contar que tomei a liberdade um teste de paternidade para seu filho e descobri que o pai é o ... Hyoga. – Revelou Saory. - Hyoga?! Essa não!! – Lamentou-se Hylliana. - Isso não é tudo, com a realização do teste descobrimos também que Hyoga não é seu irmão de verdade. - O que? – Sussurrou a jovem chocada. Saory explica-lhe que mandara pesquisar a vida sua vida e descobrira que hylliana fora adotada pele mãe de Hyoga, o que fazia dela órfã duas vezes. - Não sei se deveria ficar feliz ou triste com isso. Pelo menos sei que o pai do meu filho não é meu irmão. – Consolu-se Hylliana apesar da tristeza. Saory contou a verdade para Hyoga que só então pegou o menino no colo e pela primeira vez depois de muito tempo ele voltou a sorrir. Parecia que no instante em que ele segurava o menino sua sombra começou a mudar e todo mal se afastara dele. Shiryú refletia na varanda do seu quarto quando e Hylliana se aproximou e disse: - Shiryú, está tudo bem? - Está assim. - Respondeu o jovem - Eu vejo que não.Você ainda tinha esperanças que essa criança fosse sua, certo? - Sim, mas eu gosto do menino como meu filho mesmo que ele não seja – Shiryú afirmou. - Eu deveria ter te contado sobre o Seiya, mas não tive oportunidade e nem coragem para isso. - Desabafou Hylliana. - Hylliana, você me ama? Me ama pelo menos um pouco? - Perguntou o cavaleiro. E ela respondeu: - Te amo muito, Shiryú. - Então isso é o que importa, o resto a gente esquece. - Sugeriu Shiryú. - Se casa comigo, Hylliana? - Perguntou para ela. - Casar? - Espantou-se a jovem. - Sim, casar. - Confirmou ele. - Você vai poder me dar um outro filho e nosso amor será eterno até o dia da nossa morte. - Bem... eu não sei. - Respondeu-lhe confusa. De repente entra Irene dizendo que o menino Éter havia desaparecido, que já havia procurado em todo lugar e não encontrara. Hylliana caíra em desespero, chorava por seu filho, e ficara sabendo mais tarde que alguém também roubara o báculo de Saory e que por causa disso ela ficara muito doente. - Shiryú, me ajuda a encontrar meu filho! - Pedia Hylliana em prantos. - Acalma-se, vamos encontrá-lo. Ninguém ouviu, nem viu nada, pois quem levou seu filho e o báculo de Saory deve ser alguém daqui de dentro. - Suspeitou Shiryú. - Shun também sumiu. - Interrompe Ikki. - Essa não! - O cavaleiro de cisne exclamou. Shun volta para a fundação sem Éter e o báculo. Conta então que fora dominado pela própria sombra fora obrigado a entregar o menino e o báculo á Érebo ( obscuridade dos infernos) mais conhecido como o Senhor Sombra; e que ele só devolveria a criança em troca da vida de Hylliana. E o que fazer? Shiryú se lembra dos ensinamento do seu mestre: - Uma vez meu mestre me disse que a deusa Niki, ou seja, o báculo de Saory, que é a outra forma da deusa da vitória fortalecia o poder de Athena, por isso Saory ficou tão doente. Mesmo sendo a reencarnação de uma deusa Ela não é imortal, e um dia ela terá que morrer como todos os seres humanos. E a terra não pode ficar desprotegida, deve haver alguém com poder suficiente para servir aos os interesses de Athena na terra até a próxima encarnação vir ao mundo. - O que você quer dizer com isso, Shiryú? - Interrompe Ikki. E Shiryú lhe responde: - Estou querendo dizer que esse alguém é o filho de Hylliana com Hyoga. - Por que você diz isso? – Pergunta Hylliana tentando conter seu choro. - Porque você é uma titanesa e as titanesas eram divindades muito poderosas, Hyoga é um cavaleiro que também tem poder. Isso significa que seu a filho herdou os dois poderes e vai manifestar o poder da união de vocês se quiser. - Respondeu o cavaleiro continuando. - Érebo, o Senhor Sombra, se defrontou há muitos séculos com Athena, mais foi derrotado pela deusa que possuía Nic. - Mas por que ele quer a vida de Hylliana em troca do menino? - Pergunta Shun para Shiryú. - O que ele precisa de um representante aqui na terra que seja bastante forte para vencer uma Athena enfraquecida, já que ele possui a deusa Nic; e eu acho que Hylliana foi o alvo. - Então eu preciso ir, Shiryú, e salvar meu filho. - Disse Hylliana. - Não, Hylliana. Ele não vai devolver seu filho e você não vai conseguir voltar! – exclamou Shiryú. - Nós estamos falando do meu filho, Shiryú – Interrompeu Hyoga. - Do meu filho também! Embora você não goste nem um pouco disso. - Retrucou o dragão. - Eu tenho que ir não só por meu menino, mas também por Athena. - Argumenta Hylliana. Mesmo contra a vontade de Shiryú, Hylliana pega sua armadura e desce até os infernos em busca de seu filho e da recuperação de Athena. Quando ela chega ao mundo subterrâneo é recebida pelos guardiões de Érebo. Enquanto isso os cavaleiros de Athena discutem sobre o assunto. - Não podemos deixar Hylliana enfrentar sozinha uma luta que também é nossa. - Diz Shiryú furioso. - Eu irei até lá não só por Hylliana, mas também por Athena. - Nós também iremos. - Dizem os demais cavaleiros. No mundo das sombras Têmis vence vários dos guardiões do Senhor Sombra utilizando seu golpe “Fúria Natural”e seu poder de abalar o equilíbrio físico e psicológico do oponente. Mas é o próprio senhor Sombra quem ataca e a faz perder os sentidos fazendo ela cair no sono das sombras. Os cavaleiros de bronze tentam e não conseguem atravessar o portal do mundo das sombras. Shiryú utiliza seu cólera do dragão, mas é inútil, pois a única coisa que pode destruir a escuridão é a luz., Shiryú usa então a espada de libra. Os cavaleiros invadem os infernos e se defrontam com outros guardiões do Senhor Sombra. Para os cavaleiros foram apenas mais uma das suas derradeiras lutas, mas para Hylliana seria a mais arriscada. Os cinco santos guerreiros se separam para que possam encontrar e recuperar mais depressa o báculo de Saory, Hylliana e seu filho. Shiryú derrota seus oponentes e chega a morada do demônio Érebo onde encontra Têmis presa a uma coluna de pedra. Shiryú tenta se aproximar, mas é impedido pelo Senhor Sombra que trazia o filho de Hylliana junto com o báculo de Saory. É tarde de mais cavaleiro, logo ela será dominada pela minha magia. Eu implantei a semente do mal dentro dela e em breve terei um representante na terra. O Senhor Sombra colhia os louros da vitória. - O que disse? – Revoltou-se Shiryú. - É isso mesmo que você ouviu. E agora eu vou matar essa criança que é a única que pode interferir nos meus planos. Hylliana apesar de perder os cinco sentidos lutava contra a magia de Érebo, começava a voltar à consciência e conseguiu escutar os últimos diálogos. o demônio estava prestes a matar o pequeno menino quando aparece Seiya usando a sagrada armadura de ouro de sagitário e destrói o Senhor Sombra com uma de suas flechas de luz. Com isso toda a morada começa a desmoronar aos poucos. Shiryú liberta Hylliana e ela pede a Hyoga que leve seu filho, Seiya que se feriu e o báculo para salvar Saory de volta à superfície. Shiryú permanece ao seu lado. - Hylliana, vamos voltar comigo! Pediu Shiryú. - Não, eu não devo voltar, pois se isso acontecer eu levarei a destruição para nosso amado planeta. Eu espero que Athena já esteja salva. - Desabafou Hylliana. - Mas o que eu vou fazer? Não posso te deixar aqui. - O cavaleiro não sabia como agir. - Tem razão, você não deve me deixar aqui, porque logo me tornarem uma criatura obscura e renasceria do mundo das sombra. - Constatou a titanesa. - E então? - Ele ainda duvidava. E foi aí que o talismã que Ayolia dera para Hylliana antes que ela partisse, começou a harmonizar junto com a espada de libra. Seu mestre disse para que sempre usasse aquele talismã e que um dia lhe seria de grande ajuda. Têmis percebe o que fazer: - Shiryú, só a luz pode destruir a escuridão. Use a espada para a justiça e mate me! -Têmis pedia. - Não, eu não posso fazer isso, eu não posso.- Recusou-se o cavaleiro. - É claro que pode, tem que fazê-lo, Mate me. - Ordenou a moça. - Não Hylliana, não! - Shiryú continuava recusando. - Você tem que salvar a terra, você é um cavaleiro. - Argumentou Hylliana. - Por favor, eu não posso matá-la, não me peça isso! Shiryú abaixou a espada e Hylliana num impulso atirou-se na direção da arma fazendo com que ela perfurasse seu ventre. O cavaleiro amparou o corpo inerte de Hylliana, levando-a de volta a superfície onde o sol brilhava intensamente. - Hylliana, me ouça, você é Têmis, não pode morrer, não pode!! - Shiryú gritava. - Shiryú, você me disse que nosso amor seria eterno, acha que a eternidade foi muito curta para nós - Disse Hylliana usando suas últimas forças. Shiryú se afasta se culpando pela estado grave da moça. Saory fora salva com a devolução de seu báculo. O filho de Hylliana chorava agarrado a Hyoga, mas deixou o pai e foi aproximar-se de Shiryú dizendo: - Shiryú, se mamãe morrer eu não quero ficar sozinho. - O que é isso? Você nunca estará sozinho, você tem a todos nós que gostamos de você como um filho e tem a Athena também ao seu lado. - Disse o cavaleiro continuando. - Você agora tem que ser forte, garoto! - Eu sei, pai. - Respondeu Éter. O menino por ser muito pequeno falava muito confuso, mas Shiryú o compreendia e sentira um menor de emoção ao ouvir da menina chamá-lo de pai. - Ora, nada disso. Hylliana não vai morrer. - Interrompeu Saory. A deusa com o seu poder contem a hemorragia da moça livrando-a da morte. Saory diz: - Ela vai ficar boa, mas precisa ir para um hospital, pois perdeu muito sangue. Eu só não sei, Shiryú, se ela poder ter outros filhos, o ferimento foi muito profundo. - Você tem certeza? - Decepcionou se Shiryú. - Não, isso só o médico pode garantir. - Respondeu lhe. A amazona foi levada para o hospital. Hylliana fora salva e já estava fora de perigo, começado em tão a receber visitas. Hyoga foi o primeiro a entrar no quarto. - Você está bem? - Perguntou ele. - Estou bem melhor, Hyoga, obrigada. - Ela respondeu. - Eu queria pedir perdão por tudo o que eu fiz a você. - Desabafou o cavaleiro arrependido. - Hyoga, você não precisa pedir perdão por nada do que fez. Não foi culpa. Érebo te possuiu! Hyoga ia sair do quarto quando Hylliana sorri e diz: - Hyoga, eu quero que você saiba que você sempre será meu irmão mesmo que não seja. Hyoga também sorriu e se retirou. Então Saory e Seiya entram para a visita. Hylliana pergunta: - Eu não queria tocar no assunto, mas eu não agüento de curiosidade. O que houve naquela noite em que eu vou te para o vale? - Eu consegui convencê-la, você sabe que eu sou irresistível. - Respondeu Seiya. - Ora, Seiya!! - Saory lhe dá uma bronca. Todos riem, Shiryú entra e os outros os deixam sozinhos. - Shiryú, você não sabe como estou feliz em vê-lo. - Diz a moça. - Eu é que estou feliz por vê-la bem. - Respondeu ele. Ele se olharam por muito tempo até que Shiryú quebrou o silêncio. - Hylliana, você pensou na proposta que eu lhe fiz? - Você ainda quer se casar comigo mesmo sabendo que eu não posso... que eu não posso mais ter filhos. - Sim, eu quero. - Disse Shiryú muito sério. - Isso é muito bom, pois eu acho que vou poder te dar muitos. - Revelou Hylliana. - Você está falando sério mesmo? - Shiryú perguntou sorrindo. - Claro, o médico disse que eu estou ótima. - Confirmou a moça. Shun pede licença para entrar e Shiryú sai do quarto para que eles possam conversar - Eu vim para me desculpar por ter feito seu filho correr perigo. - Diz Shun. - Esqueça isso, você não teve culpa. - Interfere Hylliana. - Eu também queria me desculpar por aquele dia em que nós discutimos e terminamos, eu não sei onde eu tava com a cabeça e também dizer que se você quiser voltar... - Shun é interrompido por Hylliana. - Eu espero nunca ter que voltar para você. - Por que? - Quis saber o cavaleiro. - Porque Shiryú e eu vamos nos casar. - Contou a amazona. - Mas isso é ótimo! - Exclamou Shun. Hylliana sai do hospital e se casa com Shiryú sob a bênção e proteção de Athena e de todos os outros deuses. Shiryú a leva as cinco antigas montanhas da China onde fizera seu treinamento. Numa das manhãs o cavaleiro propõe a ela ensinar lhe sua técnica nas artes marciais e Hylliana aceita. Eles começam a treinar e ela tem uma ótima defesa, porém um dos golpes de Shiryú a atingi. - Você está bem? Estava tão distraída, por que? - Quis saber Shiryú. - Porque eu estava te olhando. - Diz Hylliana jogando o seu olhar mais insinuante para o cavaleiro. Shiryú fez com que os dois caíssem o chão, começou a despi-la e a beijou, tocou de leve em seus seios fazendo eles ficarem arrepiados, desceu a mão por sua cintura e analisou por entre as pernas da moça fazendo com que ela ficasse extremamente excitada, e ela ficara excitada de tal forma que chegara o a perder os sentidos. Só depois de tudo isso é que Shiryú consumou a o união do casal e seu sêmen a fecundara. Nasce o filho de Shiryú e Hylliana. Uma menina que se chamou Nabia e muito parecida com o pai. Éter, o filho mais velho de Hylliana fora se refugiar em um local secreto para sua segurança e por decisão de Athena, para que um dia ele possa servir os interesses da deusa. Nabia cresce e um dia desabafa com a mãe: - Mãe, eu serei melhor que a senhora e o papai? Serei ainda mais brava que meu irmão, embora não me lembro dele? - Se você quiser, minha menina, se você quiser. - Incentiva a mãe. - A senhora acha que eu consigo? - Pergunta a filha. - Claro, Nabia, um dia você vai poder auxiliar seu irmão a defender os interesses de Athena, tudo vai depender de você. - Afirma Hylliana. A menina sai do quarto \n'; document.write(barra); } } changePage(); - Nossos combates nunca irão acabar, mas o bem sempre triunfará sobre o mal, Shiryú, um dia nossos filhos darão continuidade a nossa luta e assim a legião de cavaleiros sempre existirá para garantir o bem desse mundo tão maravilhoso. Eu o amo esse mundo, Shiryú, e por nada eu deixaria que ele fosse destruído. - Eu também amo esse mundo, mas eu também amo você, Hylliana. - Diz Shiryú olhando para o pôr-do-sol de mais um dia.
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| Escrita por Suryia em dezembro de 1995 |